Segundo alguns genealogistas, principiou em Estêvão Rodrigues, senhor do lugar de Mascarenhas, no julgado de Mirandela, e seu primeiro povoador. Foi contemporâneo do Rei Dom Sancho I, a quem acompanhou na tomada de Elvas e de Torres Novas. Em sua linha de descendência direta estão Lourenço Esteves Mascarenhas (filho), Alonso Lourenço Mascarenhas (neto) e Afonso Mascarenhas (bisneto), todos eles senhores de Mascarenhas a seu tempo. Este último foi vassalo do Rei Dom Fernando e pai de Martim Vaz Mascarenhas, que foi homem honrado e nobre de época, a quem Dom Fernando concedeu a herdade de Capitoa, na qual ele instituiu o morgado do Capitão. Teve filhos, entre os quais Fernão Martins Mascarenhas, fidalgo e criado do Infante Dom João, filho de Dom João I, comendador-mor da Ordem de Santiago nos tempos do rei Dom Afonso V e casado com Dona Filipa, de quem deixou geração. Dom Pedro Mascarenhas, filho de Dom Fernão Martins Mascarenhas, foi alcaide-mor (magistrado) de Trancoso, comendador de Castelo Novo, estribeiro-mor (Superintendente nas cavalariças) de Dom João III, aposentador-mor e camareiro de seu filho, o príncipe Dom João. Foi ainda embaixador em Roma e junto ao Imperador Carlos V, sendo responsável pela ida dos padres da Companhia de Jesus para Portugal.
Leitura simbólica do sobrenome
Na leitura simbólica, Mascarenha pode transmitir uma sensação de herança portuguesa, pertencimento e continuidade familiar. Mais do que uma definição fechada, o significado do sobrenome deve ser visto como uma referência cultural e afetiva, que pode ganhar novos sentidos conforme a trajetória de cada família.
Numerologia do sobrenome
Na numerologia pitagórica, o sobrenome Mascarenha vibra com o número 11, associado a inspiração, intuição e sensibilidade elevada. Essa vibração é vista como um número mestre ligado a percepção, idealismo e capacidade de inspirar outras pessoas. Como se trata apenas do sobrenome, ela deve ser vista como um complemento simbólico, e não como uma análise completa da personalidade.