No primeiro quartel do século XV, vivia João de Mendanha, casado com D. Brites da Fonseca, de quem os filhos, Pedro e Francisco de Mendanha, se vieram fixar em Portugal após a batalha de Toro, por serem fiéis partidários da Excelente Senhora. Diz o cronista Rui de Pina que aquele Pedro de Mendanha era então alcaide de Castro Nuno, em cujo castelo o rei D. Afonso V veio acolher-se, depois de se retirar com o seu exército dos campos de Toro, e onde foi recebido como seu rei verdadeiro por aquele alcaide. Quando o Africano regressou a Portugal, Pêro de Mendanha continuou a manter Castro Nuno por ele e em seu nome, até que as forças dos Reis Católicos o vieram sitiar, opondo-lhes ele a mais indómita das defesas. Durante anos o exército castelhano acometeu sem sucesso o castelo de Castro Nuno, e Pêro de Mendanha somente viria a render-se em 1479, sob as mais honrosas condições, por ele impostas: assim ele teve de receber ordens expressas de D.
Leitura simbólica do sobrenome
Na leitura simbólica, Mendanha pode transmitir uma sensação de herança portuguesa, pertencimento e continuidade familiar. Mais do que uma definição fechada, o significado do sobrenome deve ser visto como uma referência cultural e afetiva, que pode ganhar novos sentidos conforme a trajetória de cada família.
Numerologia do sobrenome
Na numerologia pitagórica, o sobrenome Mendanha vibra com o número 33, associado a cuidado, compaixão e serviço amoroso. Essa vibração é vista como um número mestre associado a acolhimento, responsabilidade afetiva e inspiração humanitária. Como se trata apenas do sobrenome, ela deve ser vista como um complemento simbólico, e não como uma análise completa da personalidade.