Namoros ou casos com pessoas comprometidas

22/04/2008 - Flávia Oliveira dos Santos

Namoros ou casos com pessoas comprometidas

Quem não conhece ou nunca conheceu uma pessoa que diz amar a namorada ou namorado e acaba traindo? E quem também não conhece aquela pessoa que diz namorar uma pessoa que esta comprometida?

Hoje vamos falar do segundo caso, namorar alguém já comprometido...

Uma verdade absoluta é que não escolhemos quem amamos e não conseguimos obrigar ninguém a nos amar!

O que acontece com muitas pessoas é que acabam se apaixonando por uma pessoa comprometida até aí não podemos fazer nada pois ninguém manda no coração, mas nessa hora quando temos certeza do nosso sentimento a atitude da outra pessoa é a que mais importa.

Caso essa paixão seja correspondida o correto seria essa pessoa primeiramente resolver a situação dela com a atual para ai sim partir para um novo relacionamento, pois se ela realmente sentiu algo por outra pessoa e quer ficar com ela quer dizer que o atual relacionamento não o completa e que essa seria a atitude correta a se tomar.

O grande problema é que muitas pessoas ficam em uma situação de namorar a pessoa que já tem compromisso sem que ela resolva sua situação, e muitas vezes esse namoro é por muito tempo e se você esta nessa situação deve analisar muito bem, e principalmente deve se valorizar, pois você merece passar por essa situação e nem a outra pessoa merece ser enganada.

Nesses casos o melhor a se fazer é exigir que a situação seja resolvida logo e ficar apenas com uma pessoa.

Em um relacionamento é necessário que haja amor dos dois lados, só amar não basta para que um relacionamento tenha futuro você deve amar e ser amado assim tendo um relacionamento completo.

Se não estiver feliz com seu relacionamento não tenha medo e nem tente arrastar ele pois com o tempo as coisas só piorarão, a melhor coisa sempre é jogar aberto não importa o quanto doa pois você deve buscar a sua felicidade e deixar que a outra pessoa encontre a sua felicidade também.

Proibida a reprodução deste texto sem autorização do autor Flávia Oliveira dos Santos


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